25 de janeiro de 2019

Centro Histórico de Salvador, meu cantinho favorito.

Essa blogagem coletiva é uma iniciativa de alguns blogueiros de viagem de Salvador – a qual faço parte, Yupe! – incentivados através da matéria da New York Times, principal jornal norte americano que sugere a cidade soteropolitana como a única cidade brasileira a se conhecer em 2019. Para tanto, temos como principal missão, a de compartilhar com vocês, aqueles lugares que mais gostamos na capital baiana, e (de coração) esperamos que se animem em desbravar cada pedaçinho deste destino conosco. A propósito, cada blogger falará sobre um lugar diferente de Salvador de modo, a tornar essa iniciativa ainda mais rica, dando a oportunidade de conhecer inclusive, diferentes atrações, que fogem, sobretudo do roteiro tradicional de visitação.

Não escondo de ninguém o quanto sou fascinado por centros históricos, e certamente, essa paixão tenha nascido por conta da grande referência do Centro Histórico de Salvador, pra mim. Sobretudo, por esse cantinho da capital soteropolitana, ser repleto de marcas que retratam e remontam o legado arquitetônico e histórico da cidade de Salvador, bem como, ocupa lugar de destaque na história do Brasil.
Sabe-se, perfeitamente que espaços como esse, concentram inúmeras atrações turísticas e culturais num só lugar, inclusive, atraindo muitos visitantes. Dada a quantidade de museus, igrejas, praças, bares, restaurantes, lojas de artesanatos… irei sugerir alguns lugares que você não pode deixar de visitar numa ida ao Centro Histórico de Salvador

Praça Tomé de Souza, em destaque Palácio do Rio Branco.
  • PRAÇA TOMÉ DE SOUZA

Quem chega a esta região, certamente, terá que passar pela Praça Tomé de Souza, construída em 1549, ano em que a cidade foi fundada, e tornou-se a primeira capital do Brasil. Esta praça carrega o nome do português, primeiro governador geral do Brasil. É neste quarteirão que encontramos o(a):

Palácio do Rio Branco, que foi sede do primeiro governo da Bahia, este prédio se destaca muitíssimo pela imponência de sua arquitetura e por sua localização. Hoje, é aberto a visitação do público, que pode encontrar uma exposição permanente que reúne uma quantidade significativa de artefatos e documentos sobre as personalidades que passaram pelo governo. A propósito, é de dentro e no térreo do palácio que você terá um diferenciado ângulo para suas fotos dos principais pontos turísticos que estão na região do Comercio.

Elevador Lacerda, foi o primeiro elevador no mundo a servir como transporte público, hoje é o principal responsável pelo transporte de pessoas da região baixa (Comercio) e alta (Praça Tomé de Souza). Sem dúvidas, este elevador é uma das atrações turísticas que representa e dá a “cara” da cidade nas feiras internacionais de turismo quando se refere a capital soteropolitana. Ah, ainda dentro do elevador Lacerda, você pode tirar fotos da parte baixa, apesar dos vidros não o ajudar muito, mas, não se preocupe, do lado de fora, dá pra tirar várias, além disso, no centro da praça há um letreiro com o nome da cidade, que com certeza, vale uma foto.

Câmara Municipal de Salvador, também criada em 1549, pelo Tomé de Souza. Possui um memorial aberto a visitação ao público (seg à sex das 9h às 17h) com um rico acervo que ilustra cinco séculos de historia da cidade de Salvador. Mas, infelizmente, não se pode tirar fotos.

Feira de artesanatos, estatua de Zumbi, Fonte Iluminada, estão localizadas.
  • PRAÇA DA SÉ

A Praça da Sé carrega o nome da antiga Igreja da Sé que foi demolida com o intuito de modernização da cidade. Tal modernização está fortemente ligada ao desenvolvimento do transporte público, alinhada ao objetivo de dá passagem aos bondes. Inclusive, tornando-se perceptível, ainda hoje, os trilhos expostos que se perdem na calçada – ao final do prédio da Santa Casa da Misericórdia.

Museu da Misericórdia, que remonta a história da cidade, possui visitas guiadas (Seg à Sáb das 10h às 16h e Dom das 13h às 17h) as suas dependências, elucidando temas relacionados à saúde na Bahia, bem como, ao crescimento da cidade de Salvador, e a chegada da Santa Casa da Misericórdia à Bahia.

Monumento da Cruz Caída, com 12 metros de altura, a Cruz Caída foi criada de modo a relembrar o desaparecimento da igreja da Sé, e é assinado pelo artista plástico baiano Mario Cravo, integrante da geração de artistas plásticos modernistas da Bahia. Nessa área é possível ter a vista da Baía de todos os santos, e também a um espaço cultural, chamado de Memorial das Baianas.

Numa caminhada até o Pelourinho você passará por várias atrações turísticas, entre elas, o monumento que faz referência ao Zumbi dos Palmares, a Fonte luminosa da Praça da Sé, Catedral Basílica de Salvador, a Faculdade de Medicina da Bahia (primeira faculdade em nível superior no Brasil, e a primeira de medicina no país). 

Museu da Cidade (amarelo) e Casa Fundação Jorge Amado (azul), no Pelourinho.
  • PELOURINHO

O Pelourinho é um pedaço do Centro Histórico de Salvador, e carrega em seu nome uma forte carga histórica e cultural, a partir do período de escravidão dos negros, posto que essa área tem relação com o instrumento (de mesmo nome) utilizado em praça pública como forma de punição aos negros escravos. É nas ruas estreitas, subidas e descidas das ladeiras de paralelepípedos que encontra-se inúmeros casarios de cores vibrantes, e por diversas manifestações culturais que facilmente podem ser encontradas, a exemplo das intervenções musicais do Grupo Didá e o Olodum.

Nessa região considero interessante, uma visita a (o):

A Fundação Casa de Jorge Amado que é – juntamente, com o Museu da Cidade – a cara do pelourinho nos Cartões postais da cidade quando se remete a essa região do Centro Histórico de Salvador. Esse espaço (prédio azul) é dedicado a um dos escritores baianos mais representativos para a Bahia. Ele dedicou sua vida à literatura, e eternizou personagens (tais como Dona Flor, Tieta e Gabriela), bem como, histórias que possuem forte relação com a Bahia. A visitação acontece de segunda à sexta (10 às 18h) e sábado (10 às 16h), adulto R$ 6,00 e criança 3,00, quarta feira é gratuito.

O Museu da Gastronomia Baiana é um espaço singular por dois motivos, o primeiro, por ser referência da gastronomia baiana, e segundo por ser o primeiro do gênero na America Latina. E terceiro, é nesse espaço que você poderá observar, aquilo que é considerado os resquícios das muralhas das portas do Carmo.

A propósito, já que toquei no seu nome, sugiro que vá conhecer o bairro vizinho, Santo Antônio Além do Carmo. Talvez, com a desculpa de ir conhecer o Forte da Capoeira.

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Administrador e Editor Geral do conteúdo do Blog. Graduado em Letras com Inglês, formação técnica em Turismo e Hotelaria, com certificação internacional pela International Cultural Center (ICC); É apaixonado pelo aprendizado de línguas estrangeiras. Fala Inglês e Espanhol. Adora viajar de forma independente, mas, sem dispensar a companhia de sua companheira, e sua grande admiradora, a mãe!

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