25 de junho de 2010

Coordenadas? Aprendi na prática!


“Un mapa en manos de un piloto es un testimonio de la fe de un hombre en otros hombres; es un símbolo de seguridad y de confianza. No es como una página impresa que sólo contiene meras palabras ambiguas o ingeniosas, a la que su lector más creyente- incluso su autor- debe conceder el beneficio de la duda.
Un mapa te dice: ‘léeme con atención, sígueme con cuidado, no dudes de mí.’ […]”
Visualiza-se perfeitamente com o trecho destacado do livro “Al oeste con La noche” o quanto um viajante independente se sente perante o desconhecimento de um espaço, e muitas vezes, o complicado é situasse nele. Seria bem interessante se você planejasse uma viagem a uma cidade turística próxima a sua cidade com um daqueles guias turístico, disponibilizados nos centros de informação ao turista, seja no aeroporto, na rodoviária ou nos mais vários INFOs existentes na cidade. Trace um roteiro de visitação com atividades culturais, visitas a museus, teatros, etc. Contudo, tente visitar aquela igreja que fica completamente, numa outra área, mas que seja próxima a mesma.
Tente utilizar as coordenadas do guia turístico (aquele guia de papel com informações sobre os lugares turísticos, não o guia de Turismo, pessoa. É um confusão total que as pessoas fazem) para chegar ao local desejado, e terás a certeza que não é tão fácil assim como parece, você só pega o macete depois de utilizá-lo pelo menos umas três vezes, até você entender como funcionam as ruas naquela cidade, (levando para um plano mais alto) no exterior. Quando tiver plena certeza que o lado que está percorrendo é o certo, você terminará descobrindo que é o errado, que a direção certa é a oposta. Nunca confie plenamente na sua verdade, sempre pergunte as pessoas, principalmente as que estão trabalhando numa loja, numa banca de revistas, num restaurante, ao policial, evite perguntar a pessoas “comuns”, pois você pode entrar em apuros.
Obelisco, 1° de janeiro, Rally Dakar.
Em dezembro de 2009 tive a oportunidade de vivenciar na minha viagem por duas semanas pela segunda vez, Buenos Aires; tive como companheira minha mãe, aquém estimo, e adoro viajar por possui uma mente aberta e por ser uma economista de primeira, sempre quando vai falar de economia no mochilão com outras mães, e pessoas, fala o que aprendeu com a Verônica Farias e com o Eber Guny. Já estávamos nos últimos dias na cidade, e nosso dinheiro já estava quase no vermelho, mas mesmo assim, queria muito conhecer a cidade, até por que meu colega e amigo de quarto sempre me falava maravilhas da cidade de El Tigre, e quando vi as fotos fiquei com muito mais vontade, ainda. Decidimos minha mãe e eu, que iríamos, mas que teríamos que estudar o mapa da cidade para que economizássemos uns vinténs com os transportes, já estávamos sem cartão de crédito (descobriríamos isso, uma hora e meia depois, quando minha mãe, finalmente, achou o reparador de pontas que tanto procurou desde que chegou a cidade, mas, na hora, o limite sumiu!), só nos restava os poucos pesos argentinos para 2 dias mais, até o dia de embarque para o Brasil. Para quem conhece a cidade, pode-se percorre toda a cidade a pé, algo que mais gostamos e destacamos como ponto positivo em Buenos Aires. Estávamos nas redondeza do El Congresso e queríamos chegar ao Retiro. Nas primeiras 20 quadras, havia uma quebrada para um dos lados, na saída dessa rua deveria ter do lado esquerdo um monumento chamado de Obelisco, que por causa da árvore não observamos e seguimos para o lado direito, resultou-se em 6 quadras para o lado de CONSTITUICIÓN e não em direção ao RETIRO, onde situa-se o terminal ferroviário que vai para o El Tigre. Voltamos depois de sermos informados por uma senhora, que a direção era para o outro lado.
PUERTO MANDERO
Ao chegarmos na Calle Florida, nos demos conta que estávamos próximos a Casa Rosada, já que tínhamos perdido a direção, e sem nenhuma vontade de prosseguir com o roteiro, decidimos deixar para uma outra vez, pois erramos as coordenadas, e já não tínhamos mais tempo, até por que já estamos exaustos da longa caminhada, e que caminhada! Por fim, decidimos ir à PUERTO MANDERO, sentamos descansamos, e voltamos a pé para o apartamento de nossos amigos colombianos.

E por fim, o guia turístico nos deu uma lição, léeme con atención, sígueme con cuidado, no dudes de mí. […]”

Administrador e Editor Geral do conteúdo do Blog. Graduado em Letras com Inglês, formação técnica em Turismo e Hotelaria, com certificação internacional pela International Cultural Center (ICC); É apaixonado pelo aprendizado de línguas estrangeiras. Fala Inglês e Espanhol. Adora viajar de forma independente, mas, sem dispensar a companhia de sua companheira, e sua grande admiradora, a mãe!

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