3 de junho de 2009

Viagem a Corumba

Olá, como já havia dito, hoje eu vou relatar a minha viagem a Corumbá-MS, mas esse post terá certo ar de comédia, para homenagear meus companheiros de viagem que me “zoam” muito, eles falam assim – Law (como eles me chamam) põe isso no seu blog. Coisas que não fazem o menor sentido, shuashuashuasuahsuas… Então dedico a Fred, Gabi, Anne, Felipe e Tiago!
Quinta feira (28/05) fomos á rodoviária comprar as passagens de trem, para o dia seguinte,
A viagem estava marcada para ás 16h30min H. fomos à aula como um dia qualquer, depois do almoço fomos ao mercado comprar umas luvas e gorros, (fazia muito frio, 10 graus), mas o Fred que se encaixa perfeitamente no perfil de um pai super protetor (kkkkk) não queria deixar ir, pra não nos atrasar, ele queria ligar para o taxista desde ás 14h00min H(que mora na mesma avenida) certamente ele queria fazer check in, para viajar de trem rsrsrsrsrsrsrs.
Mais tarde pegamos o taxi, estávamos atrasados, o transito caótico e o Fred estava com o coração na mão rsrsrsr, e graças ao super taxista René chegamos a tempo, saímos correndo pela rodoviária, igualzinho a um trecho de ESQUEÇERAM DE MIM.
A viagem de trem foi super agradável, bem confortável. Ás 08h00min H, chegamos à cidade Porto Quijaro, divisa com Corumbá, pegamos um taxi e seguimos para o departamento de migração, sinceramente essa parte não tem graça nenhuma, prefiro nem contar a falta de educação com a qual os funcionários nos trataram… (infelizmente muitos bolivianos tem uma forma muito diferente dos brasileiros de receber e tratar as pessoas… mas a maioria é de pessoas bem simpáticas.)
Seguimos para um hotel em Corumbá, cidade muito bonita, histórica, com mais de 100.000 habitantes, muito legal, matamos a saudade da comida brasileira, comemos churrasco, tomamos caldo de cana em rodízio, acredite se quiser Pizza, esfirra humm!!! Da até água na boca.
A “melhor” parte da viagem está por vir, no domingo pela manha a Gabi e o Fred foram juntos comprar as passagens, que deveriam ser de trem, mas pra nossa surpresa, não havia mais passagens, então eles compraram passagens de ônibus, se fosse ao Brasil viajar de ônibus não seria problema nenhum, mas quando chegamos ao ponto de partida nos deparamos com um ônibus (se é que podemos chamá-lo assim) todo acabado, uma verdadeira banheira ambulante, sem banheiro, ar condicionado (quando perguntamos a vendedora sobre o ar condicionado ela respondeu: ar condicionado? “-Num frio desse? É só abrir a janela” kkkk, e banheiro? “-ahh não se preocupe ele para vocês…) além de tudo o super automóvel fedia a suor, tentamos varias vezes devolver a passagem e recuperar o dinheiro, mas foi em vão.
As 14h00min partimos no bendito buzú, menos de 100 km, e estávamos parando para entrar mais passageiros, ficamos parados vários minutos, pois foram vendidas passagens para a mesma poltrona. Continuamos a viagem e surpreendentemente não estava tão ruim, em determinado ponto de uma estrada paramos, a estrada estava bloqueada cheia de carros e pessoas, não sabíamos o que passava, aos poucos foi liberada, mas de repente aproximou se uma caminhonete com pára-brisa de fita adesiva, com muitos homens na carroceria, parecendo uma boiada indo ao abatedouro (kkkkk) e um deles deu socos na janela ao lado de Anne.
Seguimos e a Gabi me ofereceu o um remédio para enjoou e que desperta sono, eu tomei meia hora depois apaguei! Certo momento o motorista parou para que os passageiros fossem mij… E quando fui me levantar para Felipe que estava ao meu lado passasse eu simplesmente desmoronei na poltrona ao lado como um bêbado (sorte que a mulher que estava sentada nela tinha saído) não tomo mais este remédio de modo algum kkkkk, depois disso a viagem correu muito tranqüila. Mentira!!! Ainda sob o efeito do remédio acordei meio atordoado com uma gritaria dentro do bus, uma mulher dizia que foi roubada, e estava até agredindo um homem que segundo ela foi o “meliante” depois de tantas emoções finalmente chegamos a Santa Cruz em paz!
Até que enfim!
Até que enfim!
Como diz o rei Roberto Carlos, se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu viviii,
E nessa viagem, eu vivi fortes emoções, rsrsrsrsrsrrs
Pronto galera, coloquei tudo no blog. kkkkk

Uma Resposta para “Viagem a Corumba”


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    Cidilan Silva
    Responder 03. jun, 2009 at 23:54

    Lucas, gostei demais do seu relato! Muito bom. Tem progedido na escrita,seus textos estão ficando cada vez mais interessantes.