9 de janeiro de 2009

Chegando a São Paulo

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(Depois de passar a noite nas Cadeiras do Tietê)
Logo que chegamos na Estação tietê, um pouco tarde, decidimos que dormiriamos por lá mesmo. A estação não ficava parada nenhum instante, sempre havia uma pessoa passando, o jeito com que notei a estação não era nada mais que alguns gatos pingados junto a grande movimentação de pessoas durante o dia.
Na mesma fila de cadeira atrás de mim, havia uma mineira que sempre que podia e tinha oportunidade, falava sobre o amor de Deus. Não resistir e por uma simples pergunta, começamos aquilo que durou horas, descubrir que ela tinha sido enviada a unidade da Jacun-Curitiba, com a missão de estudar e o desejo de ser missionária.
Estava com toda a disposição para enfrentar aquela noite, que sem dúvida foi única, e estava confiante que coisas melhores estavam por vim. Graças a Fer, o pessoal da comunidade Eber, quero fazer um mochilão, ficaram sabendo que eu havia dormido no terminal tietê, e o Eber também informado do acontecido, correu pro terminal, pensando que eu estava lá. O ocorrido, foi que a nossa amiga recente, que a pouco “falei” nos informou que se não tivessemos requisitado ao Banco do Brasil, o desbloqueio do cartão internacional, teriamos sérios problemas. Então fui resolver isso, enquanto a Verônica fazia a intermediação entre nós e o Eber.
Por uma comunicação falhosa, esperamos um bom tempo na agência do Banco do Brasil na rua Voluntários da Pátria e o Eber na estação Tietê me procurando. Por insistência minha e só minha, esperamos na agência um bom tempo, então decidi seguir o conselho de minha mãe e voltamos ao terminal, com nossa mochila e uma sacola de viagem pesada.
Lá esperamos o Eber, ficamos sentados próximos aos banheiros… e logo recebemos um SMS da Verônica dizendo: “Ele está em frente a Loteria”, corri e nada, ele não estava lá e não conformado voltei novamente a loteria. Logo o vi, sentado acenando, “jogando um verde” para saber se era realmente eu (risos). Depois de confirmar que se tratava dele mesmo, fui chamar minha mãe que estava do outro lado, ficamos conversando com o Eber até a chegada da Verônica que estava a caminho.
Não é que conheci a CRAZY V FOR VERÔNICA… fomos andando para a sua casa (Eber), tomamos um banho, e comemos um FAST COOKING preparado pelos dois. Claro que conversamos muito ainda, aproveitei e mostrei meu interesse em lançar um livro com o mesmo título do seu livro “Meu pé que me leva pelo mundo”, na capa é claro que colocaria os meus pés sem unhas, (risos).
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(Logo quando chegamos na Casa do Eber)
Coloquei as coisas no meu mochilão, e fiz um TEST DRIVE, não estava perfeito, mas graças a Verônica, ficou. Mas esse será um tema para um dos meus próximos posts.
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(Constureira Nota Dez, a Ana, Brito e Edu necessitam descobrir esse talento, “risos”)
Depois de prontos e cheirosos, fomos conhecer o Parque da juventude, onde funcionava o Carandirú, o parque é muito lindo, existi muito verde, quadras de basquete, futsal e uma para a prática de Skate e Árvorismo. Também será um dos próximos posts.
Hora de voltarmos para pegar nossas coisas, na casa do Eber e partir em direção ao terminal, onde encontrariamos com o restante do Grupo.
Até o próximo post pessoal.

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